No ano passado, em janeiro, quando a Fundação Dusk lançou a proposta DRC20 aberta da equipe ForgeAtDusk, a primeira reação de muitas pessoas foi "Mais uma coisa que copia o ERC20". Mas, ao aprofundar-se na lógica de design desta proposta, você perceberá que as coisas são muito mais complexas — o surgimento do DRC20 marca a transição do ecossistema $DUSK de uma infraestrutura básica para uma prosperidade na camada de aplicação. Ainda mais interessante é que a própria forma de propor esse padrão é bastante cuidadosa: não é a fundação que impõe regras de cima para baixo, mas sim a comunidade de desenvolvedores que impulsiona a inovação de baixo para cima.
Primeiro, olhemos para o nome DRC20. RC significa "Request for Comments" (Pedido de Comentários), uma lógica de nomenclatura que se inspira no sistema EIP do Ethereum. Mas a Dusk escolheu DRC em vez de DIP, o que não é por acaso — eles querem estabelecer uma cultura própria de definição de padrões. Quanto ao "20"? Claro, uma homenagem ao ERC20, afinal, o ERC20 é o padrão de token mais bem-sucedido na história da blockchain, e todo o ecossistema DeFi praticamente se apoia nele.
Homenagem ≠ cópia. O conceito central do DRC20 é criar um "minimal fungible token standard" — um padrão de token fungível minimalista. Esse "minimal" é crucial, refletindo uma filosofia de simplicidade e eficiência, e não uma acumulação de funcionalidades.
Por que a Dusk quer criar seu próprio padrão de token? Isso começa com as rotas técnicas do DuskDS e do DuskEVM —
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No ano passado, em janeiro, quando a Fundação Dusk lançou a proposta DRC20 aberta da equipe ForgeAtDusk, a primeira reação de muitas pessoas foi "Mais uma coisa que copia o ERC20". Mas, ao aprofundar-se na lógica de design desta proposta, você perceberá que as coisas são muito mais complexas — o surgimento do DRC20 marca a transição do ecossistema $DUSK de uma infraestrutura básica para uma prosperidade na camada de aplicação. Ainda mais interessante é que a própria forma de propor esse padrão é bastante cuidadosa: não é a fundação que impõe regras de cima para baixo, mas sim a comunidade de desenvolvedores que impulsiona a inovação de baixo para cima.
Primeiro, olhemos para o nome DRC20. RC significa "Request for Comments" (Pedido de Comentários), uma lógica de nomenclatura que se inspira no sistema EIP do Ethereum. Mas a Dusk escolheu DRC em vez de DIP, o que não é por acaso — eles querem estabelecer uma cultura própria de definição de padrões. Quanto ao "20"? Claro, uma homenagem ao ERC20, afinal, o ERC20 é o padrão de token mais bem-sucedido na história da blockchain, e todo o ecossistema DeFi praticamente se apoia nele.
Homenagem ≠ cópia. O conceito central do DRC20 é criar um "minimal fungible token standard" — um padrão de token fungível minimalista. Esse "minimal" é crucial, refletindo uma filosofia de simplicidade e eficiência, e não uma acumulação de funcionalidades.
Por que a Dusk quer criar seu próprio padrão de token? Isso começa com as rotas técnicas do DuskDS e do DuskEVM —