De acordo com o relatório trimestral da Talos divulgado em 1º de julho, o Bitcoin caiu aproximadamente 11% durante o segundo trimestre de 2026, encerrando próximo a US$ 60.000 — cerca de 52% abaixo de sua máxima histórica do final de 2025 de US$ 126.000. Ethereum caiu 20%, SOL recuou 13%, e os fluxos de entrada do ETF de Bitcoin à vista se reverteram para uma saída líquida trimestral de US$ 4,08 bilhões, sendo que apenas junho respondeu por US$ 3,84 bilhões desse valor. Um pico nos preços do petróleo para US$ 126,41 por barril, uma recalibração hawkish do Fed, e uma forte rotação de capital para ações de IA — onde o Nasdaq 100 subiu quase 28% — impulsionaram a reversão.
O mercado de derivativos passou por estresse agudo, com liquidações de posições compradas combinadas de BTC e ETH totalizando US$ 8,35 bilhões concentradas entre 25 de maio e 7 de junho. O volume de negociação à vista caiu 28% trimestre contra trimestre para US$ 2,32 trilhões, enquanto o interesse em aberto do Bitcoin caiu 32% e o do Ethereum caiu 40%, deixando os mercados mais enxutos para o terceiro trimestre.