A BlackRock volta a sobreponderar as ações dos EUA, afirmando que os impactos do conflito no Médio Oriente são controláveis e que as perspetivas de ganhos impulsionadas pela IA estão a aumentar

Notícias do Gate News, 13 de abril, os estrategistas da BlackRock retomaram a sua visão de sobreponderação para as ações dos EUA, considerando que o impacto do conflito no Médio Oriente no crescimento económico global "poderá ser controlado". Depois de semanas antes terem reduzido o risco e passado para uma posição neutra devido ao agravamento do conflito no Médio Oriente, a equipa de estrategistas liderada por Jean Boivin, responsável pelo BlackRock Investment Institute, afirmou num relatório de segunda-feira, no horário local, que tem estado a acompanhar "dois sinais de aumento da exposição ao risco", incluindo a retoma do transporte marítimo através do Estreito de Ormuz (uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte de petróleo a nível global) e indícios de que os efeitos da guerra na economia são limitados. A equipa referiu que "já vimos progressos em ambas as áreas", que um cessar-fogo nos próximos tempos "é crucial" e que o limiar para regressar à guerra "está mais alto". A BlackRock também sublinhou a próxima época de resultados, assinalando que "mesmo durante o conflito, as expectativas de lucros das empresas continuam a subir, em parte graças ao tema da inteligência artificial". No mercado bolsista dos EUA, a BlackRock afirmou que "o impacto do conflito no Médio Oriente no crescimento global é controlável e, somadas a isso as fortes expectativas de resultados — especialmente no setor tecnológico — mantêm-nos com uma preferência pelo risco".
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