De acordo com a BlockBeats, em 29 de julho, o CEO da DRW, Don Wilson, esclareceu que futuros perpétuos são, fundamentalmente, contratos futuros sem data de vencimento, e não uma categoria de instrumento separada. As características frequentemente atribuídas aos futuros perpétuos — como alta alavancagem, negociação 24/7 e liquidações automatizadas — são escolhas de design do produto feitas pelas exchanges, e não propriedades inerentes ao próprio instrumento.
Wilson criticou o mecanismo de Automatic Deleveraging (ADL) e pediu que reguladores classifiquem os futuros perpétuos com base na substância econômica, e não apenas na ausência de uma data de vencimento. Ele também defendeu a adoção mais ampla de futuros perpétuos em commodities, títulos e criptoativos como ferramentas de formação de preço e gestão de risco.