Coreia do Sul perde participação no mercado global de baterias para a China, caindo de 44% em 2023 para 37% em 2024

Em um seminário realizado na Assembleia Nacional da Coreia do Sul em 10 de julho, a pesquisadora do Carnegie Endowment, Mylo McBride, alertou que a Coreia do Sul corre o risco de perder sua posição como o segundo maior produtor de baterias do mundo. Em mercados fora da China, a fatia da China disparou para 50% em 2025, ante 41% em 2024, enquanto a da Coreia do Sul caiu para 37% de 44%, revertendo a liderança do ano anterior. McBride atribuiu isso à capacidade de produção avassaladora e à dianteira tecnológica da China, especialmente no desenvolvimento de baterias de íon-sódio. Ele destacou que a Coreia do Sul e os países membros da OCDE devem priorizar a cooperação em pesquisa de baterias de íon-sódio, pois elas podem se tornar mais competitivas em custo do que as baterias de íon-lítio, ao mesmo tempo em que reduzem a dependência de minerais críticos.
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