O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou recentemente um caso especial de crime de ransomware, no qual dois homens americanos foram acusados de usar o ransomware ALPHV (BlackCat) para atacar múltiplos alvos. O motivo pelo qual este caso chamou atenção não é apenas pela escala do crime, mas também pela identidade dos criminosos — Ryan Goldberg, de 40 anos, da Geórgia, e Kevin Martin, de 36 anos, do Texas, ambos com experiência em segurança cibernética.
De acordo com documentos do Tribunal Distrital Federal do Sul da Flórida, os dois conspiraram entre abril e dezembro de 2023 para usar o ransomware BlackCat em ataques cibernéticos contra várias vítimas nos Estados Unidos. Eles obtiveram lucros ilegais por meio de extorsão digital, e suas ações já constituem crimes federais. Ambos se declararam oficialmente culpados perante o tribunal.
Este caso nos lembra mais uma vez que a ameaça do ransomware não vem apenas de grupos de hackers estrangeiros. Funcionários internos com habilidades profissionais, quando se tornam cúmplices de criminosos, podem causar danos ainda maiores — eles conhecem bem as vulnerabilidades do sistema e sabem como evitar a detecção. Com o aumento das transações em criptomoedas, esses casos também refletem a relação cada vez mais estreita entre o mercado negro e os ativos digitais. Para os usuários de exchanges, isso não é apenas um alerta de segurança, mas uma lembrança concreta: mesmo em plataformas ou instituições em que se confia, é preciso manter uma vigilância constante.
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GasFeeSobber
· 14h atrás
Porra, o verdadeiro terror é o traidor, alguém com experiência em segurança de informação que se envolve com atividades ilegais, essa cabeça realmente está trocada
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BrokenYield
· 14h atrás
Ameaças internas têm um impacto diferente quando têm o conjunto de habilidades... as vulnerabilidades do protocolo não têm hipótese contra alguém que já conhece a arquitetura. A correlação entre cibercrime e adoção de criptomoedas continua a ficar mais estreita, e honestamente é exatamente o tipo de risco sistêmico sobre o qual ninguém fala até explodir.
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RugDocDetective
· 14h atrás
Profissionais de segurança cibernética envolvidos em atividades ilegais? Isso é ainda mais assustador, eles conhecem todos os truques...
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GasWaster
· 14h atrás
empregos de insider têm um impacto diferente... estes caras sabiam literalmente onde estavam todas as vulnerabilidades lol
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AirdropHunter007
· 14h atrás
Porra, quem tem background em segurança ainda se atreve a fazer extorsão? Esses dois caras realmente se condenaram socialmente
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou recentemente um caso especial de crime de ransomware, no qual dois homens americanos foram acusados de usar o ransomware ALPHV (BlackCat) para atacar múltiplos alvos. O motivo pelo qual este caso chamou atenção não é apenas pela escala do crime, mas também pela identidade dos criminosos — Ryan Goldberg, de 40 anos, da Geórgia, e Kevin Martin, de 36 anos, do Texas, ambos com experiência em segurança cibernética.
De acordo com documentos do Tribunal Distrital Federal do Sul da Flórida, os dois conspiraram entre abril e dezembro de 2023 para usar o ransomware BlackCat em ataques cibernéticos contra várias vítimas nos Estados Unidos. Eles obtiveram lucros ilegais por meio de extorsão digital, e suas ações já constituem crimes federais. Ambos se declararam oficialmente culpados perante o tribunal.
Este caso nos lembra mais uma vez que a ameaça do ransomware não vem apenas de grupos de hackers estrangeiros. Funcionários internos com habilidades profissionais, quando se tornam cúmplices de criminosos, podem causar danos ainda maiores — eles conhecem bem as vulnerabilidades do sistema e sabem como evitar a detecção. Com o aumento das transações em criptomoedas, esses casos também refletem a relação cada vez mais estreita entre o mercado negro e os ativos digitais. Para os usuários de exchanges, isso não é apenas um alerta de segurança, mas uma lembrança concreta: mesmo em plataformas ou instituições em que se confia, é preciso manter uma vigilância constante.