Os últimos dois anos de mineração de Bitcoin realmente não têm sido fáceis. A dificuldade continua a subir, enquanto a produção dos mineiros diminui — uma realidade um pouco dolorosa.
A principal mineradora listada nos EUA, Riot, recentemente enfrentou essa situação. Eles divulgaram os dados operacionais de novembro: naquele mês, mineraram 428 Bitcoins, uma queda de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso não foi por acaso; a empresa admitiu que a principal limitação veio dos recursos de rede e energia, portanto, essa redução na produção foi, em certa medida, uma estratégia de ajuste forçado.
Curiosamente, diante dessa pressão, a Riot não ficou de braços cruzados. Recentemente, eles apresentaram documentos à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, anunciando o lançamento de um plano de captação de US$ 500 milhões em ações. Como será usado esse dinheiro? Para fortalecer a reserva de capital e se preparar para futuras expansões. Essa prática é bastante comum no setor de mineração — financiar-se para manter a competitividade, especialmente em um momento de pressão geral na indústria.
A forma de captação também é bastante estratégica. Eles adotaram o modelo ATM, que basicamente consiste em vender ações em lotes de acordo com o preço de mercado atual, ao invés de vender tudo de uma vez. Assim, conseguem reduzir o impacto no preço das ações, e os investidores geralmente aceitam melhor esse ritmo de captação.
Pelo que os analistas dizem, a reação do mercado tem sido positiva em relação ao desempenho futuro da empresa. Analistas do JPMorgan até estimaram um potencial de alta de 45%. Claro que essas são apenas observações de mercado e julgamentos profissionais, não constituindo qualquer recomendação de investimento.
Na verdade, toda essa história reflete o estado atual da mineração: em um ambiente de dificuldade crescente e competição acirrada, apenas os players com capital e capacidade de captação conseguem se manter mais confortáveis.
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ProofOfNothing
· 12h atrás
A dificuldade sobe, a produção desce, essa é a sina do mundo das mineradoras. Quem tem dinheiro vive confortável, né?
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MoonMathMagic
· 13h atrás
Jogo típico dos "ricos"... A Riot já tem uma expectativa de aumento de 45% na sua captação de recursos, como os investidores individuais vão sobreviver?
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GhostAddressMiner
· 13h atrás
428 moedas? Uma verificação na blockchain revela quantas carteiras adormecidas estão se movendo por trás desse número...
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rugged_again
· 13h atrás
Vender ações para financiamento, na verdade é só porque o dinheiro não chega, né.
A produção em queda ainda quer expandir, essa lógica não aguenta muito.
Não entendo muito bem essa jogada da Riot, reduzir a produção e ainda precisar de cinco bilhões de financiamento, será que estão apostando na alta do Bitcoin?
Com tanta dificuldade, os mineradores médios e pequenos já saíram, e no final só sobraram alguns grandes jogadores se enfrentando.
Financiamento via ATM parece sofisticado, mas na verdade é só para não fazer o preço das ações despencar de uma vez.
O JPMorgan disse que há uma alta de 45%, mas eu tenho a sensação de que é só papo furado.
Ainda há futuro na mineração? Parece que esse setor já chegou ao fim.
O plano de financiamento parece bom, só não sei se esse dinheiro vai realmente gerar retorno.
Os últimos dois anos de mineração de Bitcoin realmente não têm sido fáceis. A dificuldade continua a subir, enquanto a produção dos mineiros diminui — uma realidade um pouco dolorosa.
A principal mineradora listada nos EUA, Riot, recentemente enfrentou essa situação. Eles divulgaram os dados operacionais de novembro: naquele mês, mineraram 428 Bitcoins, uma queda de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso não foi por acaso; a empresa admitiu que a principal limitação veio dos recursos de rede e energia, portanto, essa redução na produção foi, em certa medida, uma estratégia de ajuste forçado.
Curiosamente, diante dessa pressão, a Riot não ficou de braços cruzados. Recentemente, eles apresentaram documentos à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, anunciando o lançamento de um plano de captação de US$ 500 milhões em ações. Como será usado esse dinheiro? Para fortalecer a reserva de capital e se preparar para futuras expansões. Essa prática é bastante comum no setor de mineração — financiar-se para manter a competitividade, especialmente em um momento de pressão geral na indústria.
A forma de captação também é bastante estratégica. Eles adotaram o modelo ATM, que basicamente consiste em vender ações em lotes de acordo com o preço de mercado atual, ao invés de vender tudo de uma vez. Assim, conseguem reduzir o impacto no preço das ações, e os investidores geralmente aceitam melhor esse ritmo de captação.
Pelo que os analistas dizem, a reação do mercado tem sido positiva em relação ao desempenho futuro da empresa. Analistas do JPMorgan até estimaram um potencial de alta de 45%. Claro que essas são apenas observações de mercado e julgamentos profissionais, não constituindo qualquer recomendação de investimento.
Na verdade, toda essa história reflete o estado atual da mineração: em um ambiente de dificuldade crescente e competição acirrada, apenas os players com capital e capacidade de captação conseguem se manter mais confortáveis.