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Leitura obrigatória antes de entrar no mundo das criptomoedas! LFG, FOMO, HODL...50 termos completos do universo das criptomoedas explicados
Cada vez que abre uma comunidade de criptomoedas, vê uma série de termos que talvez não entenda: há quem grite entusiasmado “GM”, há quem esteja preocupado em perder a oportunidade e diga “FOMO”, há quem declare firmemente “HODL” e não venda, e há quem incentive com entusiasmo “LFG”. Esses termos aparentemente misteriosos são, na verdade, a linguagem coloquial do dia a dia no mundo das criptomoedas. Este artigo整理ou 50 termos comuns de criptomoedas, 5 categorias principais de moedas, ajudando-o a compreender rapidamente o “sistema de códigos” do mercado.
Os termos mais comuns de saudação no mercado de criptomoedas — GM, LFG, GN, o que significam
Ao entrar na comunidade de criptomoedas, primeiro precisa aprender a “cumprimentar”. Essas abreviações parecem simples, mas representam a cultura única do mercado.
GM é a abreviação de Good Morning, ou seja, “bom dia”. Todas as manhãs, nos principais grupos de criptomoedas, aparecem várias mensagens de “GM”. Isso não é apenas um cumprimento, mas também um símbolo de identidade do grupo — quem está ativo nesse horário é considerado um “verdadeiro criptoentusiasta”. Similarmente, GN significa Good Night, “boa noite”.
LFG significa Let’s F***ing Go, que pode ser traduzido como “Vamos lá!”, “Vamos fazer acontecer!”. É uma expressão comum quando o mercado está animado, geralmente em lançamentos de projetos, alta de preços ou notícias positivas importantes. Por exemplo, se uma moeda dispara de repente, a comunidade costuma gritar “LFG”, transmitindo uma sensação de excitação coletiva. Portanto, quando você vir alguém gritando “LFG”, provavelmente houve alguma movimentação de mercado ou evento empolgante.
Além disso, há variações como WAGMI (We Are Gonna Make It, “Vamos conseguir”), GMMI (Good Morning, Make It), que refletem o otimismo e o espírito positivo da comunidade.
Conceitos essenciais para negociação — o que significam FOMO, HODL, ATH e a psicologia por trás
Se os termos anteriores são “linguagem social” do mercado, os seguintes são “linguagem de negociação”, cada um relacionado ao seu bolso.
FOMO é a abreviação de Fear of Missing Out, ou seja, “medo de ficar de fora”. Esse conceito explica bem as características do mercado de criptomoedas — ao ver uma moeda disparar ou alguém ganhar dinheiro com um projeto, muitas pessoas se arrependem e pensam “deveria ter comprado também”. A psicologia do FOMO leva a seguir a multidão de forma irracional, entrando na alta, muitas vezes se tornando “pato de carga”. Essa é uma das armadilhas mais comuns para investidores.
HODL tem uma origem curiosa — foi um erro de digitação de um usuário em um fórum de Bitcoin, que queria escrever “hold” (manter), mas escreveu “hodl”. Desde então, virou símbolo de manter criptomoedas a longo prazo, sem vendê-las por causa das oscilações de curto prazo. HODL representa uma crença de que, no longo prazo, as moedas vão valorizar. Contrário ao FOMO, HODL demonstra paciência e fé.
ATH significa All-Time High, ou seja, o preço mais alto de todos os tempos. Para qualquer moeda, o ATH é um ponto de referência — se ainda não atingiu o pico histórico, há espaço para subir; se já atingiu, é preciso cuidado. Similarmente, ATL é All-Time Low, o preço mais baixo de todos os tempos, indicando potencial de reversão de tendência.
Estado do mercado — alta, baixa, baleias, manipuladores
Bull Market (mercado em alta) e Bear Market (mercado em baixa) representam os extremos do mercado. Em alta, os preços sobem continuamente, o otimismo domina; em baixa, os preços caem, o pessimismo predomina. Um ciclo completo de alta e baixa pode mudar completamente a percepção de um iniciante sobre o mercado.
Whale (baleia) é um termo especial no mercado de criptomoedas. Refere-se a grandes detentores de criptomoedas, cujo movimento pode influenciar o mercado inteiro. Os pequenos investidores temem especialmente as “baleias” que vendem abruptamente, causando quedas rápidas. Por isso, há um esforço constante para rastrear os movimentos dessas baleias na blockchain.
Pump and Dump (bombear e descarregar) descreve uma manipulação: primeiro, atraem investidores menores para comprar, elevando o preço (pump), depois os grandes vendem tudo de uma vez (dump), lucrando com a alta artificial. Essa prática é comum em moedas meme e tokens de baixa capitalização.
Compreendendo os conceitos básicos de DeFi e blockchain
Se os termos anteriores são “linguagem social” e “linguagem de negociação”, esta parte trata de termos técnicos que determinam seu entendimento profundo do mercado.
DeFi é a abreviação de Decentralized Finance, ou seja, finanças descentralizadas. Simplificando, é transferir serviços financeiros tradicionais (depósitos, empréstimos, negociações) para a blockchain, eliminando intermediários e aumentando a eficiência.
DEX (Decentralized Exchange) e CEX (Centralized Exchange) representam modos diferentes de troca. DEX, como Uniswap, permite interação direta com contratos inteligentes; CEX, como Gate.io, é uma plataforma centralizada. Cada uma tem suas vantagens e desvantagens.
Staking é a participação de detentores de moedas na validação da rede, recebendo recompensas. Mining (mineração) é a obtenção de novas moedas através de poder computacional. Essas são formas principais de renda passiva no mercado.
Liquidity Pool (piscina de liquidez) é o núcleo do DeFi — usuários depositam tokens em pools para fornecer liquidez às trocas, recebendo uma parte das taxas. É a base de muitos projetos DeFi.
Smart Contract (contrato inteligente) é uma aplicação autônoma na blockchain, que executa automaticamente ações quando condições são atendidas. Ethereum popularizou os contratos inteligentes, tornando-se uma plataforma líder.
Gas Fees (taxas de gás) são os custos para executar transações na rede Ethereum. Quando a rede está congestionada, essas taxas sobem, levando muitos a buscar soluções Layer 2.
Conceitos menos convencionais, mas importantes — NFT, DAO, oráculos
NFT (Non-Fungible Token) representa ativos digitais únicos, como obras de arte, colecionáveis ou itens de jogos, permitindo propriedade e troca de itens virtuais exclusivos.
DAO (Decentralized Autonomous Organization) é uma “empresa” descentralizada, operada por contratos inteligentes, onde os membros tomam decisões por votação.
Oracle (oráculo) fornece dados do mundo real para contratos inteligentes, que por si só não podem acessar informações externas. É a ponte entre o blockchain e o mundo físico.
Classificação de moedas — o que diferencia altcoins, shitcoins e meme coins
Após entender os termos, é importante conhecer as categorias de moedas, que envolvem diferentes níveis de risco e potencial de retorno.
Altcoins são todas as criptomoedas além do Bitcoin. Elas surgiram para melhorar o Bitcoin ou oferecer funcionalidades que ele não possui. Ethereum trouxe contratos inteligentes; Solana foca em alta velocidade e baixo custo; EOS usa DPoS. Essas moedas têm equipes, tecnologia e ecossistemas reais, representando o futuro do mercado.
Shitcoins originalmente eram altcoins, mas o termo ganhou conotação negativa, referindo-se a moedas sem inovação, apenas cópias de outras, muitas vezes criadas para especulação rápida, sem valor real. Muitas desaparecem após o hype.
A razão de tantas shitcoins é que criar uma é barato e fácil — basta copiar e colar código. Assim, há uma expressão comum: “Este ano, a shitcoin vira zero no próximo.”
Meme coins e a economia de comunidades
Meme Coins são moedas impulsionadas por cultura de internet e comunidades. Começam como piadas ou memes, mas, se a comunidade for ativa, podem se transformar em fenômenos de mercado.
O exemplo mais famoso é Dogecoin (DOGE). Criada em 2013 por um desenvolvedor inspirado pelo meme do Shiba Inu, inicialmente uma brincadeira, DOGE acumulou uma grande comunidade. Em 2021, Elon Musk apoiou publicamente, a Tesla começou a aceitar DOGE como pagamento, e seu preço disparou de menos de um centavo para mais de 7 dólares, tornando-se uma das maiores “piadas” do universo cripto.
Depois, surgiram PEPE e Shiba Inu (SHIB), que também são memes com comunidades muito ativas, preços altamente voláteis e riscos elevados. A explosão dessas moedas depende do consenso social — quanto mais pessoas acreditarem que o preço vai subir e divulgarem, maior a chance de uma valorização rápida.
Dogecoin, Shiba e o sonho de enriquecer
No mercado, as meme coins receberam um nome mais próximo da realidade: Dogecoin (DOGE) virou símbolo de “enriquecimento rápido”. Muitas pessoas entram com esperança de “de 0 a 1”, apostando na valorização rápida. Quando o preço sobe dezenas ou centenas de vezes, chamam de “gold coin” (moeda de ouro), uma referência ao sonho de lucro fácil.
Moedas “rurais” e “ouro de estimação” — o lado positivo e negativo
O mercado também chama as meme coins de “cachorros rurais” (土狗币), que são moedas criadas por desenvolvedores independentes, sem grandes recursos ou apoio institucional, muitas vezes com logos engraçados ou memes. Essas moedas têm alto risco e potencial de retorno astronômico, alimentando sonhos de riqueza rápida. Quando uma dessas moedas dispara, os investidores chamam de “ouro de estimação” (金狗币).
A diferença entre “rural” e “ouro de estimação” é que o último é considerado um sucesso, uma história de sucesso. Mas a maioria das moedas rurais acaba zerando, e só alguns sortudos conseguem evoluir para “ouro de estimação”.
Moedas fantasmas — o maior risco de investimento
Por fim, as “moedas fantasmas” (空气币) representam o maior perigo. São projetos sem suporte real, sem tecnologia, sem aplicação prática. São construções vazias, apenas nomes e propaganda. Geralmente, os desenvolvedores prometem revolucionar algum setor, mas na prática não entregam nada. Muitas vezes, o código nem existe, o whitepaper é cópia, e a equipe é falsa.
O valor dessas moedas depende totalmente da especulação do mercado. Quando a hype passa, o preço despenca. Ainda pior, muitas são fraudes — os responsáveis arrecadam fundos e desaparecem, deixando os investidores na mão.
Outros termos frequentes para memorizar
Últimas recomendações antes de entrar no mercado
Com esses termos, você já consegue entender o que o mercado fala. Mas o mais importante é compreender o significado e os riscos por trás deles.
Muitos iniciantes entram no mercado atraídos por notícias de lucros rápidos e “milagres de riqueza”, seguindo o “LFG” e o FOMO, até se tornarem “pato de carga”. A primeira lição não é como ganhar dinheiro, mas como sobreviver e sair vivo.
Lembre-se de alguns princípios:
Primeiro, nunca aposte tudo de uma vez (“All In”). Mesmo em projetos promissores, controle os riscos.
Segundo, diferencie os riscos entre os tipos de moedas. Altcoins mais maduras, memes e moedas fantasmas têm riscos diferentes.
Terceiro, DYOR é fundamental. Antes de investir, pesquise sobre o projeto, equipe e aplicação.
Quarto, cuidado com extremos como FOMO e FUD. Não siga a multidão cegamente por medo de perder, nem se deixe paralisar por notícias negativas.
Quinto, segurança em primeiro lugar. Proteja suas chaves privadas e frases-semente, e evite plataformas não confiáveis.
Dominar esses 50 termos permitirá que você converse com mais confiança no mercado e entenda o que está acontecendo. Mas o mais importante é usar uma visão racional, compreendendo a lógica econômica por trás desses termos, e não se deixar levar por slogans como “LFG” ou “Moon” sem reflexão.
O mercado de criptomoedas oferece oportunidades, mas também riscos. Risco e racionalidade são essenciais para sobreviver a longo prazo.