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A história está a repetir-se — e até a extremos mais radicais.
📊 Nos últimos 50 dias de negociação, o ETF do S&P 500 $SPY e o ETF de petróleo dos EUA $USO tiveram movimentos opostos em 38 dias de negociação, atingindo o máximo em pelo menos 20 anos. Durante 76% do tempo, quando os preços do petróleo subiam, as ações caíam, e vice-versa.
Este número supera os 36 dias de negociação durante a crise financeira de 2008.
Resultado? Nos últimos 50 dias de negociação, o S&P 500 caiu 4,0%, enquanto o petróleo disparou 72,2%.
Quando o preço do petróleo sobe, as ações caem — a regra tradicional de refúgio seguro está a falhar, e um novo paradigma está a emergir: o petróleo tornou-se o "motor da inflação", e as ações dos EUA tornaram-se o "termómetro da estagflação".
A última vez que se viu uma relação inversa tão forte foi durante a crise do Irão em 2022, com uma correlação de -0,5. Desta vez, será que vai quebrar recordes?
#油价 # ações dos EUA #Situação do Irão