Sabe, muitas pessoas confundem o que é um depag e por que é importante acompanhar isso. Vamos esclarecer de forma simples.



Depag — é basicamente uma desvinculação. Quando uma stablecoin, que deveria valer exatamente um dólar, de repente começa a valer 0,98 ou 0,95. Parece não ser grave, mas para o ecossistema pode ser um problema sério.

Pegue o exemplo mais conhecido — Tether, USDT. A empresa promete que cada token é garantido por um dólar na conta. Mas surge a questão: e se a Tether Limited simplesmente não conseguir sustentar? E se houver problemas com os reservas ou a pressão sobre o sistema ficar demasiado forte? Então ocorre o depag — o USDT se desvincula do dólar e passa a flutuar livremente. Isso não é teoria, é um risco real.

E lembra do UST da Terra? Era uma stablecoin algorítmica, e em 2022 ela quebrou completamente. Depagou e nunca mais voltou. As pessoas perderam bilhões. Foi um dos exemplos mais notórios de como o depag pode ser catastrófico para os investidores.

Depois, em março de 2023, aconteceu algo interessante. BUSD e USDC — ambas stablecoins importantes — de repente perderam o paridade com o dólar. Uma onda de FUD, vendas panicas, e a paridade 1:1 foi quebrada. Foi temporário, mas mostrou que até as stablecoins mais fortes são vulneráveis.

Para ser honesto, olhando para 2023 como um todo, ficou claro que a estabilidade de muitas das principais stablecoins no mercado piorou bastante. Não são apenas números numa tabela — é um sinal de que o sistema está ficando mais frágil. Por isso, todos que trabalham com criptomoedas devem ficar atentos a isso.
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