De acordo com relatos de ontem, 8 de abril de 2026, de fontes como o Financial Times do Reino Unido e a Xinhua News Agency:



1. Conteúdo principal (mais recente)

- Entidade: Aliança de Exportadores de Petróleo, Gás Natural e Produtos Petroquímicos do Irã (OPEX, com forte ligação ao governo)
- Período: Durante a trégua de duas semanas entre os EUA e o Irã (medida temporária)
- Local: Estreito de Hormuz
- Destinatários: Navios-tanque carregados (gratuito para vazios)
- Padrão: 1 dólar por barril de petróleo bruto - Um superpetroleiro de 2 milhões de barris: aproximadamente 2 milhões de dólares por viagem
- Forma de pagamento: Exclusivamente em Bitcoin (BTC) - Requisito: transferência na blockchain em poucos segundos
- Objetivo: Contornar sanções, evitar congelamento e rastreamento
- Atitude: Sem pagamento → Sem garantia de passagem segura

2. Por que usar Bitcoin?

- O Irã foi desconectado do SWIFT, não pode usar dólares/euros
- Bitcoin é descentralizado, sem intermediários, difícil de congelar
- Contorna diretamente a hegemonia financeira dos EUA

3. Complemento: cobrança escalonada (divulgação na internet)

- Países amigos como China e Rússia: isenção/gratuito
- União Europeia, Japão e Coreia do Sul (neutros): pagamento integral
- EUA, Israel e outros países hostis: proibição de passagem

Resumindo:
O Irã “abre” o Estreito de Hormuz durante a trégua, mas exige que os navios-tanque paguem a passagem com Bitcoin (1 dólar por barril), para contornar sanções e transformar o valor estratégico em liquidez.
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