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Ray Dalio: o dólar depreciou-se cerca de 45% em relação ao Bitcoin, o ouro tem uma vantagem ainda maior, sendo o verdadeiro rei do “ganhar sem fazer nada”
O grande chefe da Bridgewater, Dalio, voltou a lançar críticas “precisas”, com uma frase que revela a verdade por trás do mercado de criptomoedas e do mercado cambial: o dólar depreciou-se cerca de 45% em relação ao Bitcoin, mas o ouro é o verdadeiro Deus, com uma vantagem sem limites! Quando essa frase saiu, Wall Street e o mercado de criptomoedas ficaram em polvorosa, vamos falar de forma bem acessível e com um toque de humor o quanto essa história é interessante
Primeiro, vamos traduzir o que significa “o dólar depreciou-se 45% em relação ao Bitcoin” — não é que o Bitcoin tenha subido às alturas, pelo contrário, é que o Bitcoin caiu bastante, e o dólar, em relação a ele, “se valorizou de forma disfarçada”, convertendo-se, o Bitcoin, para o dólar, quase pela metade! Imagine só: no ano passado, com 1 Bitcoin, você podia comprar um carro de luxo; este ano, só consegue comprar meia unidade, e o restante do dinheiro desapareceu no ar. Isso não é ouro digital, é uma “montanha-russa digital”, e só vai para baixo!
Por que Dalio fala que o dólar se desvaloriza e, ao mesmo tempo, exalta o ouro? Aqui há um jogo de interesses, mais emocionante que uma novela de intrigas palacianas.
Primeiro, o ouro é uma “marca centenária”, enquanto o Bitcoin é um “novo fenômeno da internet”. O ouro é a moeda sólida que dura milênios na civilização humana, desde as tumbas dos faraós até os cofres das reservas centrais, passando por tempos de caos e de prosperidade, sempre como “âncora de riqueza”. Os bancos centrais consideram o ouro um tesouro, sendo o segundo maior ativo de reserva global, com países comprando freneticamente; até o Banco Central da China comprou por 15 meses seguidos. E o Bitcoin? Dalio afirmou: “Os bancos centrais nunca vão acumular Bitcoin como acumulam ouro”! Por quê? Porque a blockchain é totalmente transparente, cada transação pode ser rastreada até a origem, e, na visão regulatória, é como estar “nu na rua”, ninguém que dependa do seu patrimônio vai arriscar sua vida nisso.
Segundo, sua capacidade de proteção contra riscos é milhas atrás. Quando há conflitos geopolíticos, crises financeiras ou colapsos monetários, o ouro é sempre o “porto seguro na hora do pânico”, enquanto os outros caem, ele sobe, firme e forte. E o Bitcoin? É um “ativo de risco acompanhante”, caindo ainda mais forte que as ações nos EUA, e, na primeira turbulência, todo mundo vende Bitcoin mais rápido que tudo, risco de proteção? Nem pensar, ele é a maior fonte de risco. Dalio foi direto: “Bitcoin é mais uma especulação do que uma ferramenta de hedge”!
Depois, a “resistência” ao tempo, o ouro leva vantagem. Ouro guardado em casa, enterrado, fundido em barras, não estraga há milênios, não depende de internet, energia ou qualquer sistema, basta pegar e usar. Bitcoin? Assim que surgir um computador quântico, há risco de ser hackeado em minutos, além de ataques de hackers, plataformas falindo, chaves privadas perdidas — muita gente perde a chave e, de repente, sua fortuna de milhões vira fumaça. Dalio apontou: a privacidade do Bitcoin é fraca, e o medo de ameaças quânticas é real, não dá para comparar com o ouro.
O golpe final é a comparação de resultados: no último ano, o ouro subiu de 2.900 para 5.200 dólares, um aumento de mais de 80%; o Bitcoin, por sua vez, caiu mais de 45% de sua máxima, passando de “mito do mercado de criptomoedas” a “desastre no mercado de criptomoedas”. A própria carteira de Dalio é honesta: o ouro representa a maior parte, o Bitcoin só tem 1%, uma “figurante” na sua composição.
Resumindo, a fala de Dalio é um balde de água fria para os entusiastas das criptomoedas: o dólar realmente está se desvalorizando, a moeda fiduciária não é confiável, mas quem salva a situação não é o Bitcoin, esse “fenômeno de especulação”, e sim o ouro, o “rei estável de mil anos”. O Bitcoin é mais uma jogada de cassino, para ganhar dinheiro rápido e arriscar tudo, enquanto o ouro é o “guardião de patrimônio” discreto, confiável e sempre presente.