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Fui enganado.
Em Istambul.
Esta cidade, durante o período da ocupação grega, chamava-se “Bizâncio”; na época do Império Romano, era “Constantinopla”. A arquitetura de toda a cidade faz-me, inexplicavelmente, recordar Xangai: limpa, desenvolvida, ordeira. Baixei a guarda.
Há poucos dias, tinha acabado de sair do Egito. Por estar sempre preocupado em ser enganado, mantive-me atento durante toda a viagem e não aconteceu nada.
Mas, ao chegar a Istambul, desde o momento em que desembarquei, senti-me curado por esta cidade — uma rapariga americana ofereceu-me voluntariamente o seu cartão de transporte local, porque ia embora e não ia gastar o saldo. Nesse momento, a minha impressão sobre esta cidade ficou logo no máximo.
À noite, a atmosfera na Avenida da Independência era excelente; eu e a minha esposa passeámos até à Ponte de Gálata. A ponte, cheia de carros, com pessoas a pescar de ambos os lados, e ao longe a mesquita de cúpula azul iluminada, especialmente bonita. Relaxámos completamente e, de facto, já estávamos cansados de tanto andar.
Por isso, ao descer da ponte, apanhei um táxi. Como era perto, combinámos 400 liras (8 dólares), sem taxímetro. O motorista, muito simpático, foi conversando connosco todo o caminho, disse que gostava da China, que conduzir táxi lhe dava 1.500 euros por mês... o típico “local caloroso e simpático”.
Foi neste ambiente de completo relaxamento que fui enganado.
Ao chegar ao destino, o senhor tirou a máquina de POS para pagamento. Na verdade, já tinha visto no Xiaohongshu relatos de turistas enganados em táxis, com valores errados na máquina, mas naquele momento não quis desconfiar dele — a natureza humana é assim, a “boa impressão” recém-criada cobre automaticamente o julgamento racional.
Após pagar, fiquei sentado no carro à espera da notificação do débito. Como a internet estava má, não recebi logo. O carro de trás não parava de buzinar, e eu também não queria que o motorista pensasse que eu “não confiava nele”. Ele fez sinal de OK e eu saí do carro.
Mal tinha dado dois passos, chegou a notificação de débito — $106 dólares.
Olhei para trás, o carro já tinha desaparecido...