A Intel regressa ao campo da memória.. pela porta da "Z-Angle" (ZAM)
Num passo que confirma que a batalha pela inteligência artificial já não se limita aos (CPUs) mas passou para o verdadeiro "gargalo", que é a memória,
A Intel anunciou oficialmente hoje uma parceria estratégica com a SAIMEMORY (subsidiária do grupo SoftBank) para desenvolver uma tecnologia de memória revolucionária chamada Z-Angle Memory (ZAM).
Por que esta notícia representa um forte regresso para a Intel? Depois de sair do setor de memória NAND em 2022, a Intel regressa hoje não para imitar o que já existe,
mas para oferecer uma alternativa à tecnologia HBM (memória de alta largura de banda) dominada por empresas como a SK Hynix e Micron.
Aqui estão os números e dados que fazem do ZAM um foco de atenção:
Eficiência energética: A tecnologia visa reduzir o consumo de energia em até 50% em comparação com a memória HBM atual, o que é vital para centros de dados de inteligência artificial que enfrentam contas de eletricidade elevadas.
Custo-benefício: Graças a métodos inovadores de "ligação" (Bonding) de chips, a Intel pretende oferecer uma capacidade de armazenamento duas vezes maior do que os níveis atuais, a um custo de produção muito menor.
Cronograma: O acordo foi assinado em 2 de fevereiro de 2026, com planos para produzir protótipos até 2027 e alcançar produção comercial completa em 2029.
Visão estratégica: O que "Masayoshi Son" (SoftBank) faz é garantir "combustível" para os seus grandes projetos de inteligência artificial, enquanto a Intel usa a sua experiência em embalagem avançada (Advanced Packaging) para recuperar a sua quota de mercado, que se espera atingir receitas de 100 mil milhões de dólares em breve.
Resumo: A competição no setor de memória de inteligência artificial está acesa. A Intel já não se limita ao processamento, quer ser ela própria o armazenamento e a transmissão de grandes volumes de dados.
Esta parceria reflete uma mudança de uma "melhoria incremental" para uma "recriação completa da arquitetura".
Acredita que a Intel consegue tirar o tapete aos gigantes coreanos da memória através da tecnologia ZAM, ou que 2029 ainda está longe num ritmo de mudança diária?
Aguardamos as vossas opiniões.. E acompanhem as novidades do setor de semicondutores
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A Intel regressa ao campo da memória.. pela porta da "Z-Angle" (ZAM)
Num passo que confirma que a batalha pela inteligência artificial já não se limita aos (CPUs) mas passou para o verdadeiro "gargalo", que é a memória,
A Intel anunciou oficialmente hoje uma parceria estratégica com a SAIMEMORY (subsidiária do grupo SoftBank) para desenvolver uma tecnologia de memória revolucionária chamada Z-Angle Memory (ZAM).
Por que esta notícia representa um forte regresso para a Intel?
Depois de sair do setor de memória NAND em 2022,
a Intel regressa hoje não para imitar o que já existe,
mas para oferecer uma alternativa à tecnologia HBM (memória de alta largura de banda) dominada por empresas como a SK Hynix e Micron.
Aqui estão os números e dados que fazem do ZAM um foco de atenção:
Eficiência energética:
A tecnologia visa reduzir o consumo de energia em até 50% em comparação com a memória HBM atual, o que é vital para centros de dados de inteligência artificial que enfrentam contas de eletricidade elevadas.
Custo-benefício:
Graças a métodos inovadores de "ligação" (Bonding) de chips,
a Intel pretende oferecer uma capacidade de armazenamento duas vezes maior do que os níveis atuais, a um custo de produção muito menor.
Cronograma:
O acordo foi assinado em 2 de fevereiro de 2026,
com planos para produzir protótipos até 2027 e alcançar produção comercial completa em 2029.
Visão estratégica:
O que "Masayoshi Son" (SoftBank) faz é garantir "combustível" para os seus grandes projetos de inteligência artificial,
enquanto a Intel usa a sua experiência em embalagem avançada (Advanced Packaging) para recuperar a sua quota de mercado, que se espera atingir receitas de 100 mil milhões de dólares em breve.
Resumo:
A competição no setor de memória de inteligência artificial está acesa.
A Intel já não se limita ao processamento,
quer ser ela própria o armazenamento e a transmissão de grandes volumes de dados.
Esta parceria reflete uma mudança de uma "melhoria incremental" para uma "recriação completa da arquitetura".
Acredita que a Intel consegue tirar o tapete aos gigantes coreanos da memória através da tecnologia ZAM,
ou que 2029 ainda está longe num ritmo de mudança diária?
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