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Sobre se o ciclo de quatro anos ainda existe ou não, há uma discussão acesa na comunidade. De um lado, há quem diga que o ciclo morreu, acreditando que o tamanho do Bitcoin aumentou, o ambiente macroeconómico mudou e que a antiga regra de um ciclo de quatro anos já deveria ter sido invalidada. Do outro lado, há quem use dados históricos para argumentar, apontando para os fundos que ocorrem a cada poucos anos no gráfico de velas, afirmando categoricamente que o ciclo não mudou.
O exemplo que Ben deu é bastante convincente. Em 2022, o mercado tocou fundo, assim como em 2018. Se olharmos mais atrás, em 2020, devido à pandemia, houve uma queda ainda mais profunda, mas o ritmo ainda é de aproximadamente um fundo a cada quatro anos. Esses pontos estão lá, não foram desenhados posteriormente.
O interessante é que ele enfatiza que isso não é exclusivo do Bitcoin. O Bitcoin em si não cria ciclos, mas sua sensibilidade ao mercado é realmente alta. Como ele diz, o Bitcoin é mais como um “farol” que consegue “cheirar” a fraqueza do mercado. Ou seja, o Bitcoin não é a origem do ciclo, mas sim um reflexo do ciclo no preço dos ativos. Essa afirmação eleva a discussão de “o ciclo do Bitcoin ainda existe ou não” para “os ciclos de mercado ainda são válidos?”
Ou seja, o padrão de comportamento dos participantes do mercado não mudou. O intervalo de quatro anos encaixa-se exatamente no ritmo da humanidade, que vai do medo à ganância e de volta ao medo. A narrativa macroeconómica mudou, o ambiente político também, mas o medo de perder dinheiro e a esperança de enriquecer rapidamente ainda não evoluíram a ponto de quebrar esse ciclo. $ETH