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Recentemente, a minha atenção foi despertada pela estratégia de reorganização em grande escala que o HSBC está a implementar. Este banco tem vindo a simplificar a sua estrutura de forma bastante agressiva nos últimos anos, desde a venda de operações de retalho em França e nos Estados Unidos até à venda de negócios de seguros de vida no Reino Unido. Parece que o HSBC está a concentrar-se na consolidação do seu negócio principal.
O que é interessante é como o HSBC tem tratado o Hang Seng Bank após a conclusão da privatização em janeiro passado. Quando a imprensa questionou se haveria possibilidade de o Hang Seng ser vendido ou alienado como um ativo não estratégico, o CEO do HSBC, Noel Quinn, deu uma resposta bastante clara. Segundo Noel Quinn, não há absolutamente planos de vender esses ativos, o que demonstra o compromisso sério do HSBC com as operações em Hong Kong.
Mais importante ainda, Noel Quinn destacou que cada divisão do Hang Seng é valorizada e apreciada pelo grupo-mãe. Isto não é apenas uma declaração formal, mas reflete que o HSBC vê valor estratégico a longo prazo em manter o Hang Seng como parte integrante das suas operações. Segundo Noel Quinn, ainda há muito espaço para sinergias e coordenação entre o Hang Seng e o HSBC em várias áreas de negócio.
Esta estratégia é bastante interessante porque mostra que, apesar de o HSBC estar a fazer uma grande simplificação no Ocidente, eles estão a reforçar a sua posição no mercado asiático. O Hang Seng continua a ser um ativo estratégico que não será sacrificado neste processo de reorganização.