Vamos falar sobre as criptomoedas chinesas — sinceramente, já tenho acompanhado este setor há algum tempo e foi isto que reparei.



Em geral, toda a gente pensa apenas em Bitcoin e Ethereum, mas as criptomoedas chinesas como NEO, VeChain e Conflux já há muito tempo estão a resolver problemas reais. NEO é chamado de Ethereum chinês não à toa — é uma plataforma completa para contratos inteligentes, com suporte a nível governamental. Além disso, há lá dois tokens: um para governação e o outro para comissões.

A VeChain é um caso particularmente interessante — trabalha com Walmart, BMW, PwC. Não são apenas palavras: eles realmente fazem o rastreio das cadeias de abastecimento e combatem falsificações. Além disso, existe uma abordagem ecológica, que está na moda agora.

Confluex é uma fera em termos de velocidade: 3000 transações por segundo. E o mais importante — é a única blockchain pública na China que recebeu aprovação regulatória. Isto não é pouca coisa.

A Ontology também vale a pena ver, se te interessas pela proteção de dados. Identificação descentralizada, aplicações na medicina e nas finanças, compatibilidade com Ethereum e Polkadot.

Porque é que eu, afinal, olho para as criptomoedas chinesas? Depois de todas as mudanças regulatórias, começa ali uma nova fase. E o mais importante — não são promessas vazias, mas sim casos de negócio reais com apoio estatal. Diversificação da carteira — é isto que é preciso, especialmente em projetos com utilidade real, e não apenas em hype.
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