Recentemente, tenho analisado a liquidez de NFTs, e, na verdade, trata-se de três questões principais: quem está na base de preços para comprar, se as taxas de royalties realmente são cobradas, e se a narrativa da comunidade ainda consegue reter as pessoas. Quando o mercado está em alta, todos falam de “fé”, e quando esfria, só sobra a parede de ordens pendentes mais espessa… Agora, prefiro encará-lo como um ativo de risco, com uma posição menor, e, se for participar, primeiro pensar na rota de saída, senão, quando a base de preços afrouxar, só resta aguentar firme.



Outra sensação que tenho: essa discussão sobre royalties, na verdade, é uma disputa de “quem paga quem”, os criadores querem uma renda contínua, os traders querem menos fricção, e no final, isso se torna uma pedra de toque para o humor da comunidade. No grupo também é parecido, quando está quente, só tem elogios a PFPs, e quando esfria, começam as críticas maldosas, mas não há necessidade de se atacar, todos só foram educados na liquidez.

A propósito, na camada 2, eles estão sempre comparando TPS, taxas, subsídios, e parece bastante com a narrativa da comunidade NFT: a narrativa atrai pessoas, mas no final, tudo se resume a “se é possível entrar e sair de forma fluida, com custos controlados”. De qualquer forma, primeiro vou verificar o paraquedas, para não esperar o vento parar e só então pensar em como aterrissar.
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