Recentemente, ao organizar as opções de armazenamento de ativos criptográficos, percebi que muitos novatos ainda estão um pouco confusos na escolha da carteira. Decidi então compartilhar minhas experiências, na esperança de ajudar a esclarecer o raciocínio de todos.



Primeiro, a conclusão: se você pretende manter ativos criptográficos a longo prazo, produtos de carteiras frias bem classificados realmente valem o investimento. Eu uso principalmente Ledger e Trust Wallet, uma combinação de uma carteira fria e uma quente, que cobre basicamente as necessidades diárias.

Sobre carteiras frias, a série Ledger Nano é minha primeira escolha. Essa coisa funciona como um cofre de hardware, com a chave privada totalmente sob seu controle, mesmo que a carteira seja perdida, não há preocupação, pois você tem a frase de backup. Ledger suporta mais de 1000 criptomoedas, é relativamente fácil de usar, e não é à toa que está sempre no topo das classificações de carteiras frias. Outra boa opção de hardware é a Trezor, que também é uma marca antiga, lançada em 2014, com segurança indiscutível.

Para transações diárias ou pequenas quantidades, uso a Trust Wallet. Essa carteira é descentralizada, de código aberto, você controla sua chave privada, e sua segurança é considerada boa entre as carteiras quentes. A interface é simples e fácil de usar, suporta chinês, e permite participar de DeFi e staking para ganhar tokens, com até 10% de retorno de tokens, o que é bastante atraente.

Além dessas duas, MetaMask (a raposa) também é uma escolha popular, especialmente se você interage frequentemente com o ecossistema Ethereum. Também há ImToken, Exodus, que têm suas próprias características, suportam muitas moedas e oferecem funcionalidades mais completas.

Sobre os princípios na escolha de carteiras, acho que os pontos mais importantes são: primeiro, o código deve ser de código aberto, para garantir que não haja backdoors; segundo, a equipe de desenvolvimento deve ser confiável, com histórico e reputação sólidos; terceiro, evite carteiras de equipes pouco transparentes que prometem altos retornos, geralmente são golpes; quarto, nunca delegue sua chave privada para o projeto, pois isso perde o propósito de autogestão.

Produtos de carteiras frias bem classificados geralmente atendem a esses critérios, mas ainda assim é importante fazer sua própria pesquisa. Verifique o site oficial do projeto, confirme se a empresa existe de verdade, se a equipe é transparente, se o código é aberto, esses são passos básicos de diligência.

Minha recomendação é: coloque ativos de grande valor em uma carteira de hardware (carteira fria), pequenas transações diárias em um aplicativo de celular (carteira quente), e para operações frequentes, utilize exchanges grandes. Assim, garante-se segurança e conveniência ao mesmo tempo.

Por fim, um lembrete: independentemente da carteira que usar, guarde bem sua frase de recuperação e senha. Se esses itens forem perdidos, seus ativos realmente se vão. Mesmo as melhores carteiras frias não servem de nada se a segurança final estiver na sua negligência. Portanto, invista um tempo para entender os princípios básicos da carteira, e não tenha pressa em começar a usar.
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