Recentemente, pensei sobre qual é realmente o país mais desenvolvido de África. Normalmente, todos olham para as classificações de PIB e destacam o mesmo grupo: África do Sul, Egito, Nigéria, Marrocos, Quénia. Sim, esses países lideram claramente em termos de indicadores económicos e infraestrutura. Mas há um truque aí.



Porque o país mais desenvolvido de África no papel nem sempre é aquele que realmente constrói o futuro. Olho para esta situação e percebo: tudo vira de cabeça para baixo.

A posse de três coisas tornará-se crítica na próxima década. Em primeiro lugar, tecnologia. Em segundo, energia. E em terceiro, instrumentos financeiros. Além do potencial inovador. É isso que determinará quem realmente liderará.

África não está apenas a desenvolver-se, ela está a passar para um modo de construção ativa. É uma escala completamente diferente. Os países que agora investem em avanços tecnológicos e independência energética estarão à frente amanhã. O país mais desenvolvido de África, na realidade, será aquele que entenderá essa lógica antes dos outros.

É interessante observar como os prioridades estão a mudar. Alguns ainda consideram o PIB como o principal indicador, enquanto outros já percebem que o futuro pertence àqueles que controlam ecossistemas tecnológicos e fontes de energia.

E tu, em qual deles apostas nos próximos dez anos? Qual, na tua opinião, mostrará o crescimento mais inesperado?
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