Trump emite ultimato: força oito países do Médio Oriente, incluindo a Arábia Saudita, a assinar o 'Acordo de Abraão', prevendo audaciosamente que "o Irã também se juntará"

Oriente Médio vive uma reconfiguração geopolítica épica! O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou numa publicação recente que as negociações com o Irão estão a avançar "muito bem", mas ao mesmo tempo lançou um ultimato às potências do Médio Oriente como Arábia Saudita, Catar e Turquia: para participarem no acordo de paz, devem assinar simultaneamente o "Acordo de Abraão". Trump também apresentou uma grande visão de futuro, ousando prever que, se as negociações forem bem-sucedidas, "o Irão também terá a honra de se juntar ao acordo", prometendo criar a mais poderosa aliança económica e de paz no Médio Oriente em 5000 anos.
(Resumindo: Trump afirmou que "é aceitável adiar" uma intervenção militar no Irão! O Irão propôs condições de troca pelo Estreito de Hormuz)
(Informação adicional: O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão acusou os EUA de "traírem várias vezes" e de prejudicarem as negociações de cessar-fogo! O mercado de criptomoedas perdeu 10,7 milhões de dólares numa semana)

Índice deste artigo

Alternar

  • Progresso nas negociações EUA-Irão: "Ou alcançamos um grande acordo, ou voltamos à guerra"
  • Trump nomeia com firmeza 8 países do Médio Oriente: quem não assinar o "Acordo de Abraão" fica de fora
  • Grande visão de futuro: convidar o Irão a participar, criando a maior potência do Médio Oriente em 5000 anos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstra mais uma vez a sua característica "arte de pressão máxima e negociação". Enquanto o mercado global aguarda ansiosamente o acordo de cessar-fogo entre EUA e Irão, Trump publicou numa plataforma social própria, Truth Social, um texto impactante que sacudiu a geopolítica mundial, confrontando diretamente os líderes do Médio Oriente.

Progresso nas negociações EUA-Irão: "Ou alcançamos um grande acordo, ou voltamos à guerra"

Trump começou a sua publicação com boas notícias, afirmando que as negociações com a República Islâmica do Irão estão a "progredir bem". Mas logo de seguida, adotou uma postura dura, enfatizando que só há duas possibilidades:

"Ou é um 'Grande Acordo' para todos, ou é 'sem acordo' — ou seja, voltar à guerra com uma escala maior, mais violenta do que nunca. E ninguém quer ver esse resultado!"

Trump nomeia com firmeza 8 países do Médio Oriente: quem não assinar o "Acordo de Abraão" fica de fora

Trump revelou que na semana passada teve várias chamadas intensas com líderes influentes do Médio Oriente e do mundo islâmico. A lista de nomes inclui:

  • Príncipe herdeiro da Arábia Saudita, MBS (Mohammed bin Salman)
  • Presidente dos Emirados Árabes Unidos, MBZ (Mohammed bin Zayed)
  • Emir do Catar, Tamim, e o Primeiro-Ministro, Mohammed bin Abdulrahman
  • Chefe do Estado-Maior do Exército do Paquistão, Asim Munir
  • Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan
  • Presidente do Egito, Abdel Fattah El-Sisi
  • Rei da Jordânia, Abdullah II
  • Rei do Bahrein, Hamad

Trump deixou claro a esses líderes que, dado o esforço enorme dos EUA para montar este complexo puzzle geopolítico, a condição mínima para participar é que todos assinem "obrigatoriamente" e de forma sincronizada o "Acordo de Abraão". Ele destacou que a Arábia Saudita e o Catar devem liderar imediatamente a assinatura, e os demais devem seguir o exemplo. Trump alertou:

"Se não assinarem, não deveriam fazer parte deste acordo, pois isso revela más intenções."

Grande visão de futuro: convidar o Irão a participar, criando a maior potência do Médio Oriente em 5000 anos

Trump elogiou bastante o impacto do "Acordo de Abraão" para os países já signatários, como os Emirados Árabes, Bahrein, Marrocos, Sudão e Cazaquistão, que têm experimentado grande prosperidade financeira, económica e social. Mas o seu discurso seguinte foi uma verdadeira reviravolta na diplomacia tradicional.

Ele lançou uma bomba ao afirmar que, nas conversas com esses líderes, todos concordaram que, uma vez assinado o acordo entre os EUA e o Irão, "se o Irão também puder fazer parte do 'Acordo de Abraão', será uma honra suprema!"

Trump concluiu com confiança que este será o documento mais importante já assinado por esses países há muito tempo, e que trará ao Médio Oriente uma "verdadeira força, poder e paz" nunca antes vista em 5000 anos. Ele já ordenou oficialmente à delegação americana que inicie imediatamente os procedimentos históricos para incluir esses países no "Acordo de Abraão".

Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
  • Recompensa
  • Comentar
  • Republicar
  • Partilhar
Comentar
Adicionar um comentário
Adicionar um comentário
Nenhum comentário
  • Fixado