Banco Central da Malásia avança plano de stablecoins: três projetos de stablecoins em Ringgit e depósitos tokenizados com vencimento em 2026

11 de fevereiro, notícias, o Banco Central da Malásia (BNM) anunciou que planeia lançar, até 2026, três projetos-piloto relacionados com stablecoins locais e depósitos tokenizados, com foco em cenários de pagamento grossista doméstico e transfronteiriço. Os planos são coordenados pelo Centro de Inovação em Ativos Digitais da Malásia (DAIH), que é o ambiente de testes regulatórios do país para aplicações financeiras de criptomoedas e blockchain.

No anúncio, o BNM revelou que esses três projetos serão liderados por vários bancos locais e internacionais. Um deles será liderado pelo Standard Chartered Malaysia e pela Capital A, concentrando-se na liquidação de stablecoins ringgit em cenários B2B; os outros dois serão liderados pelo Maybank e pelo CIMB, focando em depósitos tokenizados para fins de pagamento. Esses testes visam avaliar o impacto potencial das stablecoins e dos depósitos na cadeia de blocos sobre o sistema monetário, gestão de liquidez e estabilidade financeira.

O BNM afirmou que, com base na fase piloto, a autoridade reguladora pretende esclarecer, até o final de 2026, as regras de uso para a stablecoin ringgit e os depósitos tokenizados, integrando esses resultados com as atuais pesquisas do banco central sobre moeda digital de wholesale (CBDC), com o objetivo de melhorar a eficiência das liquidações interinstitucionais e transfronteiriças.

Este movimento também reflete o rápido avanço na Ásia em infraestrutura financeira baseada em blockchain e stablecoins. Hong Kong já estabeleceu um sistema de licenciamento para stablecoins e testa depósitos tokenizados através do projeto “Ensemble”; Singapura explora pagamentos institucionais em blockchain sob o projeto “Guardian”; e o Japão lançará, até o final de 2025, a sua primeira stablecoin vinculada ao iene, o JPYC, com pilotos de pagamentos empresariais liderados pelo MUFG, SMBC e Mizuho.

À medida que vários bancos centrais aceleram seus planos, as stablecoins e os depósitos tokenizados estão passando de conceitos de validação para aplicações reais. A iniciativa da Malásia é vista como um passo importante na atualização da infraestrutura de moeda digital na região, oferecendo novas possibilidades para liquidações transfronteiriças e aplicações de blockchain a nível institucional.

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