De acordo com a CNBC, uma coligação de 26 atuais e antigos trabalhadores da Meta processou a gigante das redes sociais na segunda-feira, alegando que a empresa utilizou inteligência artificial de forma discriminatória durante uma ronda de despedimentos em maio que cortou 10% da sua força de trabalho. Os queixosos afirmam que a Meta violou leis de licença protegida e atos de discriminação relacionados com gravidezes e incapacidades.
Os trabalhadores alegam que os sistemas internos de IA da Meta não tiveram em conta as ausências aprovadas ao determinar quais os trabalhadores a cortar, usando métricas como consumo de tokens e avaliações de produtividade que não podem acumular durante licença médica ou por motivos familiares. A Meta negou as acusações, afirmando que «a gestão de efetivos e as decisões organizacionais foram e são tomadas por pessoas, não por IA».