De acordo com a Financial News, os investidores de retalho estão a recorrer cada vez mais a ferramentas de IA, como o ChatGPT, para tomar decisões de investimento em ações. Uma sondagem de março, realizada pela Investing.com a 938 investidores norte-americanos, concluiu que 62% utilizam IA nas decisões de investimento e que 26,6% seguem ideias de negociação geradas por IA várias vezes. Na Coreia do Sul, esta tendência acompanha padrões globais, com investidores individuais a usar modelos de linguagem para escolher ações, gerir carteiras e fazer análise financeira.
No entanto, investigadores da University of Edinburgh, da Sungkyunkwan University e da UCLA concluíram que as estratégias de trading ativo baseadas em IA, com reequilíbrios frequentes, tiveram pior desempenho do que estratégias simples de compra e manutenção ao longo de 20 anos de testes. Os especialistas alertam que a IA não tem consistência e pode gerar informação falsa (alucinações), tornando arriscadas as decisões diretas de compra e venda. A IA é mais eficaz para resumir divulgações das empresas e analisar os seus fundamentos, e não para determinar o timing de entrada ou saída do mercado.