Segundo a Bloomberg, o CEO da Ondas, Eric Brock, disse ontem à noite que a corrida global para desenvolver tecnologias de defesa não tripuladas e autónomas transferiu o foco da inovação para a produção em larga escala e a localização das cadeias de abastecimento. Brock afirmou que, embora o desenvolvimento de sistemas de drones avançados já não seja uma incógnita, o maior desafio do setor é expandir a capacidade de produção e reforçar as cadeias de abastecimento nacionais, à medida que os governos procuram reduzir a dependência da produção estrangeira.
A Ondas adquiriu a DZYNE por 875,8 milhões de dólares, consistindo em 200 milhões de dólares em dinheiro e aproximadamente 85 milhões de ações no valor de 675 milhões de dólares. A empresa aumentou a sua previsão de receitas para 2026 para, pelo menos, 525 milhões de dólares, contra 390 milhões de dólares, esperando que a DZYNE contribua com 191 milhões de dólares em 2026 e mais de 300 milhões de dólares em 2027, mantendo-se com EBITDA positivo.