De acordo com o fundador da SemiAnalysis, Dylan Patel, num podcast a 10 de julho, a memória vai enfrentar uma escassez estrutural que deverá durar vários anos devido ao crescimento do cache de KV guiado por inferência, ultrapassando os ganhos de capacidade de produção de apenas 20-30% por ano. Os preços da memória já subiram quatro vezes e mantêm potencial de valorização de 2-3x, com os primeiros impactos a recair sobre a eletrónica de consumo. Patel afirmou que as soluções baseadas em cobre vão continuar através das arquiteturas Rubin da Nvidia e das arquiteturas seguintes Feynman, alargando a janela para a procura de interligações de cobre.
Quanto às ligações óticas (CPO) baseadas em chiplets, Patel prevê que a produção em massa não se materialize até ao final de 2028 ou 2029, citando rendimentos de fabrico ainda não resolvidos, maturidade do desenho dos chips e desafios de prontidão da cadeia de abastecimento.