Segundo o analista da TD Cowen, reportado pelo TheFly, após a OPI da SpaceX a 15 de junho, a T-Mobile surge como a escolha óbvia para a SpaceX adquirir, de modo a estabelecer infraestrutura sem fios terrestre para o seu serviço de satélite Starlink Mobile. O analista observou que as principais operadoras sem fios dos EUA — Verizon, AT&T e T-Mobile — recusaram coletivamente acordos de parceria MVNO (operadora virtual de rede móvel) com a SpaceX, deixando a aquisição direta como uma opção estratégica potencial. A parceria existente da T-Mobile com a Starlink, o seu momentum de crescimento e o seu posicionamento exclusivo como operadora sem fios tornam-na um alvo atrativo.
A T-Mobile liderou o mercado de banda larga dos EUA no primeiro trimestre de 2026, registando um crescimento de receitas em termos homólogos de 10,6% para 23,11 mil milhões de dólares e adicionando mais de 500 mil novos clientes de banda larga. Entretanto, a ação da SPCX caiu 2,2% face ao preço da OPI de 135 dólares, embora tenha atingido um pico breve de 225 dólares após a listagem a 15 de junho.