O Bitcoin Policy Institute apresenta um pedido para intervir no caso do endereço inativo com 3,8 milhões de BTC em 10 de jul.

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De acordo com o investigador da Galaxy Research, Alex Thorn, o Bitcoin Policy Institute (BPI) apresentou, a 10 de julho, um pedido para intervir no caso «Noah Doe» perante o Tribunal Estadual de Nova Iorque, na qualidade de arguido. A ação judicial, apresentada ao abrigo da Lei de Bens Abandonados de Nova Iorque, pretende reivindicar a propriedade legal de cerca de 3,8 milhões de bitcoins dormentes, incluindo participações atribuídas a Satoshi Nakamoto. O BPI argumentou que as suas reservas de bitcoin em auto-custódia qualificam-se como ativos dormentes dentro da definição do autor, e por isso tem legitimidade para intervir. A defesa do instituto sustenta que conhecer um endereço público não constitui propriedade de ativos; a detenção a longo prazo sem venda não equivale a abandono, mas sim a «hodl».
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