Goldman Sachs recomenda HALO Companies com retornos de 20% este ano

O analista da Goldman Sachs, Guillaume Jaisson, recomendou no dia 7 (hora local) que os investidores reforcem as suas posições em empresas HALO (Heavy Assets, Low Obsolescence) — empresas com ativos tangíveis substanciais e baixo risco de obsolescência tecnológica. De acordo com o Business Insider, Jaisson afirmou num relatório que a próxima fase ascendente das transações HALO será impulsionada pelo desempenho dos lucros empresariais. A recomendação aborda o facto de as carteiras dos investidores continuarem subponderadas em ações de valor a longo prazo, deixando-os insuficientemente preparados para um ambiente onde os ativos físicos, as infraestruturas e a capacidade de produção industrial recuperam importância estratégica. A estratégia de par de transações HALO da Goldman Sachs — comprar empresas com muitos ativos e vender empresas com poucos ativos — gerou retornos de aproximadamente 20% este ano, demonstrando resiliência mesmo em meio à volatilidade dos mercados financeiros provocada pela guerra no Irão.

Estratégia HALO da Goldman Sachs Gera Retornos de 20% Este Ano

HALO é um termo criado por Josh Brown, CEO da Ritholtz Wealth Management, que se refere a uma estratégia de investimento focada em empresas com muitos ativos que detêm ativos tangíveis de grande escala com baixo risco de desvalorização devido a alterações tecnológicas. Jaisson diagnosticou que as carteiras dos investidores continuam subponderadas em ações de valor a longo prazo, insuficientemente preparadas para um ambiente onde os ativos físicos, as infraestruturas e a capacidade de produção industrial recuperam importância estratégica.

A Goldman Sachs tem apresentado consistentemente estratégias que favorecem empresas com muitos ativos em infraestruturas, produção e defesa em detrimento de empresas com poucos ativos, como empresas de software, este ano. A estratégia de par de transações HALO — comprar empresas com muitos ativos e vender empresas com poucos ativos — registou retornos de aproximadamente 20% este ano, segundo a Goldman Sachs.

Empresas com Muitos Ativos Recuperam Após Volatilidade da Guerra no Irão

Jaisson afirmou que, nas fases iniciais da guerra no Irão, as empresas com muitos ativos sofreram correções temporárias devido a movimentos para reduzir a exposição de investimento a empresas com elevada exposição ao comércio global. No entanto, observou que estas ações registaram posteriormente um desempenho superior em comparação com as empresas com poucos ativos, ultrapassando os níveis anteriores à guerra.

A estratégia manteve um desempenho forte apesar da volatilidade acrescida dos mercados financeiros provocada pela guerra no Irão, demonstrando a resiliência dos investimentos em ativos intensivos durante a turbulência geopolítica.

Lucros Empresariais Vão Impulsionar o Desempenho Futuro das Transações HALO

Jaisson previu uma transição para uma fase em que os lucros empresariais determinarão os preços das ações daqui em diante. Explicou que o forte desempenho das empresas com muitos ativos reduziu significativamente o diferencial de avaliação em relação às empresas com poucos ativos, afirmando que os retornos futuros serão determinados de forma mais significativa pela melhoria ou não dos lucros.

A Goldman Sachs avaliou os setores relacionados com a segurança energética e a soberania industrial como particularmente promissores. A empresa mantém classificações de 'Compra' em aproximadamente metade das empresas com muitos ativos selecionadas pelos seus analistas.

Goldman Sachs Nomeia Enel, Shell, Airbus Entre os Principais Investimentos HALO

Os principais alvos de investimento HALO da Goldman Sachs incluem a Enel no setor de infraestruturas, a Shell e a BP no setor de matérias-primas, a Airbus e a Rheinmetall no setor aeroespacial e de defesa, a Volvo e a BMW no setor industrial, e a ASML e a ASM International no setor de infraestruturas tecnológicas.

A Goldman Sachs previu que, se as melhorias nos lucros continuarem, a próxima fase ascendente das transações HALO terá início a sério, apoiada pelas classificações de 'Compra' da empresa em cerca de metade das empresas com muitos ativos selecionadas.

FAQ

Qual é a estratégia de investimento HALO recomendada pela Goldman Sachs?

HALO (Heavy Assets, Low Obsolescence) é uma estratégia de investimento criada por Josh Brown, CEO da Ritholtz Wealth Management, que visa empresas com muitos ativos que detêm ativos tangíveis de grande escala com baixo risco de desvalorização devido a alterações tecnológicas. O analista da Goldman Sachs, Guillaume Jaisson, recomendou no dia 7 (hora local) o reforço de posições nestas empresas, afirmando que a próxima fase ascendente será impulsionada pelo desempenho dos lucros empresariais.

Como é que a estratégia HALO da Goldman Sachs se comportou este ano?

A estratégia de par de transações HALO da Goldman Sachs — comprar empresas com muitos ativos e vender empresas com poucos ativos — gerou retornos de aproximadamente 20% este ano. A estratégia manteve um desempenho forte apesar da volatilidade dos mercados financeiros provocada pela guerra no Irão, com as empresas com muitos ativos a recuperarem para ultrapassar os níveis anteriores à guerra e a superarem as empresas com poucos ativos.

Que empresas recomenda a Goldman Sachs para investimentos HALO?

Os principais alvos de investimento HALO da Goldman Sachs incluem a Enel em infraestruturas, a Shell e a BP em matérias-primas, a Airbus e a Rheinmetall no setor aeroespacial e de defesa, a Volvo e a BMW no setor industrial, e a ASML e a ASM International em infraestruturas tecnológicas. A empresa mantém classificações de 'Compra' em aproximadamente metade das suas empresas com muitos ativos selecionadas.

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