O ensaio discute a complexidade das estruturas de poder modernas, destacando que as leis antitruste por si só são insuficientes contra a crescente influência de corporações, governos e sociedade civil. Propõe estratégias como difusão forçada, interoperabilidade adversarial e pluralismo para combater a concentração de poder, particularmente na comunidade de criptomoedas. Em última análise, defende um quadro que incentive a competição e a inovação, ao mesmo tempo que garanta um equilíbrio de poder no século XXI.